Esporos

Nelson Leirner, Ocupação

Publicado por: esporos em: Junho 3, 2009

Nelson Leirner, O porco, 1966.

Nelson Leirner, O porco, 1966.

porco empalhado em engradado de madeira
83 x 159 x 62 cm
Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil
Registro fotográfico Romulo Fialdini

Fonte: Enciclopédia das Artes

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O Instituto Itaú Cultural inaugurou no último dia 28 de maio a exposição “Ocupação“, com obras inéditas e quatro consideradas fundamentais na trajetória de Nelson Leirner, como “O Porco”, de 1966.

É uma oportunidade ótima para se confrontar com a experiência contemporânea da Arte desde seus gestos mais “pioneiros”. Particularmente, as obras de Leirner me fazem ter diante do badalado Damien Hirst a sensação de dejá-vù.

Há ainda muitas outras coisas que essas obras me fazem pensar. Quem sabe eu comento em outra hora…

Além da exposição, o Instituto fez um interessantíssimo hot-site com imagens da montagem de Ocupação, obras e entrevistas com artistas que foram seus ex-alunos na FAAP, onde Leirner lecionou por 20 anos.

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Exposição Ocupação Nelson Leirner

Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP [próximo à estação Brigadeiro do metrô]

quinta 28 de maio a domingo 28 de junho 2009
terça a sexta 10h às 21h
sábado domingo feriado 10h às 19h

entrada franca

informações 11 2168 1777

atendimento educativo
visitas espontâneas
grupos até 22 pessoas
duração aproximada 60 minutos
terça a domingo e feriado [diversos horários]

1 Resposta para "Nelson Leirner, Ocupação"

Será que eles trouxeram essa obra como uma forma de protesto contra a gripe suína?
huisahuiashahuaihsau….. brincadeira :p

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Poema Infinito

  • Nascida do acaso de um encontro nascido dos acasos de tantos outros encontros. Fruto das escolhas alheias descobre-se tentando descobrir-se. 3 days ago
  • Você pensa não ter saída. Não sabe o próximo passo, o próximo verso. Compasso de espera. Música atonal. Sol inverso. Vida movida pelo acaso. 1 week ago
  • Decifra-me ou devoro-te. Enigma do tempo, da poesia. De ser aquilo que é. Decifro-te e devoro-te. Dúvida. Dívida. Dádiva: O enigma de viver. 1 week ago
  • A menina me diz não entender a poesia, as palavras. (É preciso tempo). Jogo dos sentidos: Poesia. (A vida). Tempo. (Nada é preciso). Enigma. 2 weeks ago
  • Porque quero sentir, não tenho pressa. Na cidade a primavera demora a florir. Eu termino. O infinito não. Eu passo. O infinito fica. Poesio. 3 weeks ago

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