Vinícius Calderoni e “o samba do crioulo doido”

Vinícius Calderoni gravou Tranchã, um cd que considero delicioso. E eu tive o privilégio de ganhá-lo de suas próprias mãos num encontro casual no ano passado, que me re-apresentou o Vinícius, meu ex-aluno de Cinema ou Rádio e TV (eu nunca sei), e sua carreira – que eu desconhecia – de músico.

Agora, ele teve uma outra idéia ótima: reuniu 12 jovens diretores para realizarem um clipe para cada faixa do álbum. Entre eles o vencedor de melhor longa no último Festival de Cinema do Rio de Janeiro, Esmir Filho.

Para completar este “samba do crioulo doido”, como é dito no vídeo de apresentação, a internet – diga-se youtube – é a plataforma de lançamento dos trabalhos e, em março, haverá show de Os 12 Clipes de Tranchã, no espaço Crisantempo, na Vila Madalena.

Bem, eu adorei a idéia. Muita gente nova na roda. E, devo confessar, a alegria é maior ainda de ver entre essa gente talentosa tantos que foram meus alunos na FAAP. (não conta o fato de que ao mesmo tempo vou me sentindo tia… Mas, como diz a letra da música do também ótimo CD do Arnaldo Antunes, IÊ, IÊ, IÊ  “a coisa mais moderna que existe nesta vida é envelhecer…”)